VERISSIMO
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Oliverio Verissimo da Fonseca Filho |
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Minha Genealogia
Este trabalho tem por objetivo a narrativa sucinta de minha história, mais precisamente, minha genealogia.Para a realização do mesmo consultei minha mãe, alguns parentes e o livro "Formação do Gaúcho" escrito por meu tio Dr. Pedro Ari Veríssimo.
Meu pai, Oliverio Veríssimo da Fonseca, e minha mãe, Euphrosina Varella Verissimo.
Da família de minha mãe, encontrei duas origens: da parte materna, vinda de Portugal, e da paterna, vinda da Espanha, sem memória conhecida e que se instalaram em Santa Catarina.
Já, da família de meu pai, por estarem concentrados em um único estado, o Rio Grande do Sul, foi mais viável a obtenção de informações ancestrais.
MINHA HISTÓRIA
Comecemos, então, pelas minhas origens maternas.
Tem cinco ramos principais, os De Aro Varella, os Loreto Dias, os Monteiros, os quais narrarei a seguir.
Provenientes da Espanha, sem memória conhecida, instalaram-se em Santa Catarina, nas bandas de Curitibanos, os De Aro Varella.
Ventura De Aro Varella, casou-se com Cândida..., tendo como filhos Cornélio, Alice, Ventura, Capitulina e Cirilo de Aro Varella.
Conversando com meu pai, soube de histórias interessantes da instalação e colonização da região, como travessias de serras em lombo de burro, guerras com índios locais e outras.
Provenientes de Portugal, da região de Trás-os-Montes, vieram os Loreto Dias e os Monteiros. Eram ambos os ramos de origem camponesa.
José Dias Loreto veio para o Rio de Janeiro aos 18 anos, onde iniciou-se na arte de chapeleiro, mais tarde montando uma chapelaria própria na Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco.
Aos vinte anos José Dias Loreto casou-se com Maria Monteiro, também vinda de Portugal. Desta união nasceu Gastão, Miro, Nadir, Otávio, Ari, (mulher), Neca e Hilda Loreto Dias.
Cirilo de Aro Varella casou-se com Hilda Loreto Dias, que passou a se chamar Hilda Dias Varella. Desta união nasceu Euphrosina de Aro Varella, minha mãe.
Falemos dos Verissimos da Fonseca.
Manoel Esteves Veríssimo da Fonseca natural da Freguesia de Ervadal, Beira-Alta, Portugal, emigrou para o Brasil em 1810,instalando-se em Minas Gerais. Casou-se com D. Quitéria da Conceição, natural de Ouro Preto, Minas Gerais.
Atraído, não sei por quem nem por quê, mudou-se para o Rio Grande do Sul. Vindo com a família, a cavalo e com cargueiros, desde Minas Gerais, ficou ao oeste, no boqueirão que se chamou de Cadeado.
É um dos pioneiros de Cruz Alta e iniciador do clã dos Veríssimo da Fonseca.
De sua descendência temos conhecimento de quatro filhos; Joaquim Veríssimo da Fonseca, que foi vereador de Cruz Alta em 1841,1873,1880 e fez parte da comissão recrutadora da guerra do Paraguai em 1865, Manoel Veríssimo da Fonseca, também foi vereador em 1846 e 1850, Antonio Veríssimo da Fonseca, foi vereador em 1853 e presidente da Câmara de Cruz Alta em 1865.
Este Antonio Veríssimo da Fonseca teve dois filhos: João Veríssimo da Fonseca, casado com D. Demétria, não tendo filhos e Olivério Veríssimo da Fonseca, casado com Ana do Carmo Amaro da Silveira ( filha de Dionísio Amaro da Silveira, de Jaguarão). Olivério e Ana tiveram um só filho, Antonio.
Este segundo Antonio, meu avô, era guarda-livros formado em Cruz Alta e fez toda a revolução de 1923 ao lado do Cel. José Sampaio, de Tesouras.
O Cel. José Sampaio, conhecido como Tio Nhonhô, era casado com uma irmã de minha avó, Tia Anália.
Este segundo Antonio casou-se com Marcofa Sampaio de Quadros, passando a se chamar Marcofa Quadros da Fonseca, conhecida com Vó Morena.
Tiveram nove filhos; Oliverio Veríssimo da Fonseca, meu pai, Oscar, Maria, João, Alice, Carolina (Tia Carula), Pedro Ari, Mário e José ( o Juca).
Oliverio Veríssimo da Fonseca, nascido em Pinheiro Marcado teve infância humilde, estudando com dificuldades e trabalhando para ajudar a mãe. Quando na puberdade foi estudar em Cruz Alta, onde aprendeu datilografia e foi trabalhar no Banco do Rio grande do Sul. Já maior, viajou de vapor para o Rio de Janeiro a fim de tentar entrar para a Aviação Militar. Sendo reprovado no exame de vista, para aviador, permaneceu no Rio e sentou praça na Aviação Militar. Seguiu carreira, fazendo cursos, até atingir a graduação de sargento, quando, então, prestou concurso para o oficialato e em seguida para a Escola de Engenharia do Exercito, hoje IME. Concluído o curso e já como oficial da então Força Aérea Brasileira, sua turma inaugurou as instalações do ITA, onde permaneceu cinco anos como professor. Dando seguimento à sua carreira serviu em diversas unidades até atingir o posto de coronel engenheiro. Passando para a reserva foi convidado a administrar o plano de expansão da Fábrica Nacional de Motores e posteriormente para a Standard Elétric, onde aposentou-se.
O quarto filho de Manoel Esteves Veríssimo da Fonseca foi Domingos Veríssimo da Fonseca, casado com Mariana Lucas Annes.
De Domingos e Mariana nasceram Guilherme e Franklin.
Guilherme era casado com Cândida Azevedo; foi vereador em 1887.
Estes deixaram quatro filhos, Turíbio, casado com Manoela Annes Dias, que vem a ser o patrono do CTG Turíbio Veríssimo da Fonseca em Cruz Alta, sendo desconhecida sua descendência.
O segundo filho, Franklin Veríssimo da Fonseca, era Médico e deixou numerosa descendência, a seguir:
Sebastião Veríssimo da Fonseca, nascido em 1880 e casado com Abegay Lopes, era farmacêutico e teve dois filhos. O escritor gaúcho Érico Veríssimo, nascido a 17 de dezembro de 1905. Érico, casado com Mafalda Halfen Volpe, teve dois filhos, Clarissa e Luiz Fernando Veríssimo, também escritor.
O segundo filho de Sebastião foi o Enio, nascido em 1908, era contador e casou-se com Lila Viana.
Columbano Veríssimo da Fonseca era ourives.
Nestor de Mello e Albuquerque Veríssimo da Fonseca era político e militar, chegando ao posto de coronel, tendo cumprido várias missões oficiais, inclusive a de comandante do presídio de Fernando de Noronha, durante o Estado Novo.
Maria Augusta, casada com Dr. Catarino Azambuja, natural de Taquara, teve dois filhos, Rafael,e Adriana.
Fabrício Veríssimo da Fonseca, dentista, teve um único filho, Franklin Veríssimo, atualmente médico em Porto Alegre.
Adélia Veríssimo da Fonseca, casada com o inglês Ernest Hammersmith, sem filhos.
Regina Veríssimo da Fonseca, casou com um caixeiro viajante de origem alemã, tendo ela falecido de parto.
Agora chegamos aos Quadros.
Os atuais Quadros, de Pinheiro Marcado, ou os Sampaio de Quadros desde Carazinho até Palmeira das Missões, têm origem de um lado de Antonio Pereira de Quadros e sua mulher Liduina do Nascimento ( filha mais nova do alferes Rodrigo) e os Sampaio são herdeiros das terras do Barão de Antonina.
Do matrimônio de Antonio e Liduina, nasceram os seguintes filhos:
Amélia de quadros, casada com Lázaro de Oliveira Vargas.
Ana Antonio de Quadros, casada com Antonio da Rocha Ribeiro.
Ernesto Pereira de Quadros, casado com Carolina Ribeiro de Sampaio, teve os seguintes filhos: Anália, viúva do Cel. José Sampaio ( Tio Nhonhô), Nestor de Quadros, casado com Maria Cândida da Rocha de Taquarí e filha de Antonio Manoel da Rocha, Líduina, viúva de Juvenal Moraes, Alzira, casada com Noredin de Quadros, este filho de Severo e portanto seu primo, Severo de Quadros, solteiro, vivia em sua estância sozinho, Ursulina, casada com Walter Schreiner, tendo como filho o Adair, Marcofa (Vó Morena), viúva de Antonio Verissimo da Fonseca, Sady, casado com Josina, filha de Marcílio Alves Xavier e Celina Quadros Schleder.
Severo Pereira de Quadros, casado com Guilhermina Subtil, tiveram dois filhos, Noredin, casado com Alzira de Quadros, sua prima e Amélia, casada com Sr. "Tico" Rocha.
Idalina de Quadros Rocha, casada com Antonio da Rocha Ribeiro, com quem teve duas filhas; Amélia da Rocha Sampaio, casada com o Sr.Augusto José Sampaio, pai de Otília Sampaio Corrêa, sendo seu filho o Sr. Jarbas Sampaio Corrêa, e Ana Maria, casada com o Sr. Alexandre da Mota, do primeiro escalão desbravador de Carazinho, juntamente com os Martins, os Quadros, os Marcondes de Quadros e os Albuquerques.
Ana Maria e o Sr. Alexandre tiveram os seguintes filhos: Florinal, Idalina, Izolina, Mario, Maria Amália e Franklin.
Em resumo, no apanhado final, temos a seguinte descendência:
Oliverio
Veríssimo da Fonseca, casado com Euphrosina Varella Veríssimo
tiveram dois filhos;
Oliverio
Veríssimo da Fonseca Filho e
Carlos Alberto Verissimo da Fonseca ( 1º Ten. Aviador - falecido aos 23 anos )
Oliverio
Veríssimo da Fonseca Filho sou eu!. Nasci no
Rio de Janeiro em 1942. Morei em diversos bairros do Rio, em São José
dos Campos-SP, Maricá-RJ, Porto Alegre, Esteio-Rs, atualmente em Passo Fundo-Rs.
No primário estudei no Colégio Dois de Dezembro, no Méier
- RIO e no Colégio Estadual e Escola Normal Cel. João Cursino, em São José
dos Campos -SP
Fiz meu ginásio no Colégio Militar do Rio de Janeiro e parte do meu segundo gráu na EPCAr - turma de 60. Concluí o segundo gráu (final de 62) no Colégio Mendes de Moraes, Ilha do Governador - RIO.
Trabalhei como programador, SPS, AUTOCODER, RPG, COBOL, e como analista de sistemas nas seguintes empresas: Cyanamid Quimica, ITT Data Service, Shell, Lab. Moura Brasil, BNH e CEF.
Agradeço a visita a este site e caso tenhas um dos sobrenomes supracitados ou se fostes meu colega em algumas das Escolas ou empresas, não deixe de me contatar.
Desenvolvido por O.
Verissimo em 18/08/2000